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| Brasil deve encarar duelo de gigantes, reencontros e até jogo inédito na próxima etapa (Carlos Insaurriaga, AI GEB) |
Os grupos ainda estão indefinidos, mas a terceira fase da Segundona Gaúcha promete ser muito quente. Pois, além de exigir um melhor aproveitamento para a classificação (passam apenas dois clubes em cada grupo com cinco), no caso do Brasil, a penúltima etapa da competição estadual ainda vai promover todos os tipos de confrontos. Independente da chave em que o Xavante ficar.
Mesmo mantendo a atual liderança da Chave 9, o clube da Baixada poderá ter grandes desafios pela frente, como o Glória e o Juventus, por exemplo, que vem sendo uma das sensações desta Segundona Gaúcha. Além disso, o Brasil iria reencontrar o 14 de Julho, que já foi adversário lá no início do campeonato.
Por outro lado, classificando na segunda colocação, o Xavante iria encarar pedreiras como Avenida e Brasil de Farroupilha, e ainda jogaria pela primeira vez com o União Frederiquense, o surpreendente estreante deste ano, que, assim como o Brasil, já está garantido na fase semifinal da competição de acesso ao Gauchão.
As partidas que vão decidir a formação dos próximos grupos acontecem nesta quarta-feira. O Brasil, que tem dez pontos, e é seguido por Cerâmica e Esportivo (com oito e sete pontos, respectivamente), pega o Rio Grande, a partir das 20h30, no estádio Arthur Lawson. Até perdendo para o Vovô, o Xavante pode terminar como líder da Chave 9. Mesmo assim, no pensando dos jogadores rubro-negros não passa nada além de conquistar mais uma vitória, e selar de vez a boa campanha.
- A gente vai buscar o primeiro lugar tentando vencer lá em Rio Grande. Até porque, além da liderança, é importante a gente manter essa regularidade de vitórias para entrar com tudo na próxima fase – destacou o zagueiro Vinícius.
A intenção dos atletas é compartilhada pela diretoria rubro-negra. Paulo Cunha, diretor de futebol do clube, também prefere ver o Brasil terminar esta fase na liderança, para depois enfrentar equipes teoricamente mais fracas. Porém, o dirigente reconhece o equilíbrio nos futuros grupos, e é enfático ao dizer que o Xavante não deve se preocupar em ficar escolhendo quem vai aparecer do outro lado do campo.
- O Brasil está preparado para qualquer adversário. Claro que sempre vão existir aqueles mais difíceis, mas um clube que tem o pensamento de subir, como o nosso, não tem que estar preocupado em escolher quem vai enfrentar. Tenho certeza que o Brasil tem um time forte, que, mesmo passando por algumas dificuldades, vai conseguir alcançar os resultados necessários para o acesso – afirmou Cunha.
Possíveis cruzamentos
- CLASSIFICANDO EM PRIMEIRO
- CLASSIFICANDO EM SEGUNDO
Leonardo Crizel - Assessoria de Imprensa GE Brasil

Cara, o Cerâmica tem oito pontos e o Esportivo sete. Se empatar no jogo desta quarta, a vaga é do Cerâmica.
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